segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Quem precisa de heróis?

Quando pequenos achamos que super heróis existem. Só não aparecem pra nós porque estão muito ocupados protegendo o mundo inteiro. Quando começamos a perceber que eles não passam de personagens imaginários, deixamos de lado o mundo da fantasia e fairy tailse torna somente palavras em inglês.

Mas existem aqueles, um tanto quanto corajosos, que mesmo entendendo que aquilo vem da imaginação de alguém, acreditam que naquele mundo tudo é realmente mágico e continuam a admirá-lo da sua forma, do seu jeito simples ou extravagante, mas nunca abandonando o lado do cérebro onde a imaginação nunca pára.

O que mais intriga nessa história toda de passar da infância para “vida adulta” é percebemos que na infância admiramos o Superman e depois continuamos a admirá-lo, mas de outra forma. O kryptoniano passa a ser nossos pais, irmãos, tios, avós ou ídolos. Nós temos a necessidade de admirar alguém e no decorrer das fases de nossas vidas amadurecemos o nível de admiração: menos imaginativo e mais concreto. Ver alguém e querer seguir os seus passos nada mais é do que admirar um herói e querer se tornar ele, imitando-o nas falas e vestindo suas roupas. Crianças sempre estão na frente.

Todos nós temos heróis, super ou não.

Nenhum comentário: